Entenda como a correção da acidez, o equilíbrio entre cálcio e magnésio e a alta reatividade do calcário ultrafino contribuem para o desenvolvimento das plantas e a qualidade do solo.
Uma lavoura produtiva começa muito antes da colheita. Começa no cuidado com o solo e nas decisões tomadas para garantir condições adequadas ao desenvolvimento das culturas.
Entre essas decisões, a correção da acidez tem papel fundamental. Além de contribuir para a disponibilidade de nutrientes, a calagem pode favorecer o crescimento das raízes e criar condições mais adequadas para a atividade dos microrganismos do solo.
É nesse contexto que o Calcário Itaú Ultrafino, produzido pela Viter em Rio Branco do Sul e Itaperuçu no estado do Paraná, se destaca por sua granulometria fina e alta reatividade, oferecendo uma solução eficiente para o manejo da acidez do solo.
Cálcio e magnésio: nutrientes essenciais para o equilíbrio do solo
O cálcio (Ca) e o magnésio (Mg) desempenham funções importantes no desenvolvimento das plantas e na fertilidade do solo.
O cálcio participa da formação e da estabilidade das paredes celulares, contribuindo para o desenvolvimento dos tecidos vegetais e das raízes. No solo, também desempenha um papel importante na agregação das partículas de argila.
Esse processo, conhecido como floculação, favorece a união das partículas finas e pode contribuir para a formação de agregados mais estáveis. Com uma estrutura adequada, o solo apresenta melhores condições de porosidade, aeração e circulação de água.
Já o magnésio é um componente central da clorofila, pigmento essencial para a fotossíntese. Também participa da ativação de enzimas e de processos metabólicos importantes para o crescimento das plantas.
Não basta apenas observar isoladamente os teores desses nutrientes, é importante avaliar sua disponibilidade e seu equilíbrio em relação às necessidades de cada cultura.
E tudo começa com a análise de solo, que permite identificar as necessidades de correção e orientar a escolha do produto mais adequado.
Alta reatividade: por que a granulometria do calcário faz diferença?
Na escolha de um calcário agrícola, os teores de cálcio e magnésio são importantes, mas não são os únicos fatores que devem ser considerados.
Dois indicadores ajudam a avaliar a eficiência de um corretivo:
PN (Poder de Neutralização): indica a capacidade potencial do produto de neutralizar a acidez do solo.
PRNT (Poder Relativo de Neutralização Total): considera tanto o PN quanto a reatividade do material, associada à sua granulometria.
De forma prática, quanto menores as partículas do calcário, maior tende a ser sua superfície de contato com o solo, favorecendo uma reação mais rápida em condições adequadas de aplicação e umidade.
O Calcário Itaú Ultrafino de Rio Branco do Sul e Itaperuçu apresenta granulometria micropulverizada e alto PRNT, características que favorecem a correção eficiente da acidez, etapa que também pode contribuir para um ambiente mais favorável à atividade biológica do solo.
Com orientação técnica e manejo adequado, é possível construir condições mais favoráveis para o aumento da produtividade das próximas safras.
Entre em contato com a equipe Viter e conheça a solução mais adequada para sua lavoura.


